quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Paulo Maluf sendo multado....


Paulo Maluf, candidato a deputado federal (PP-SP), virou hit na tarde desta quinta (30).

A razão foi o buzz causado por uma foto tirada pelo publicitário e blogueiro Dudu Viola (@DuduViola), onde o ex-prefeito de São Paulo aparece no momento em que é multado, no bairro de Pinheiros, na capital paulista.


O autor da imagem que correu a web em minutos publicou o arquivo pelo YFrog, serviço de fotos ligado ao Twitter. Em menos de três horas, a página da foto já somava mais de 3,2 mil visualizações.

Pelo Twitter entrevistamos Dudu Viola, que disse ter publicado a foto logo após retratar a cena, às 13h, quando viu o ex-prefeito saindo de uma agência lotérica. Viola lembra que, ironicamente, Maluf foi multado por estacionar em local proibido justamente próximo a um cruzamento que ele mesmo fez quando foi prefeito de São Paulo, na avenida Brigadeiro Faria Lima.

De acordo com o relato de Viola, Maluf ainda confrontou com a agente da CET que emitia a multa ao dizer: “Pode multar. Já fui prefeito, sei como são essas coisas”. Em seguida, o candidato acenou para Viola e para todas as outras pessoas que assistiam e fotografavam freneticamente a situação.

Rapidamente, o perfil do “fotógrafo cidadão” @duduviola ultrapassou a hashtag #diskgilmarmendes no Trendsmap de São Paulo, ferramenta que aponta tendências na twittosfera de determinados lugares.

Ronald Golias....essa é pra acabar !!!!!!

Supremo aprova ação do PT: eleitor só precisará de um documento para votar

Por oito votos a dois, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) aprovaram, nesta quinta-feira (30), a Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) apresentada pelo PT, pedindo que a Suprema Corte negasse a decisão da Justiça Eleitoral de cobrar do eleitor, no dia da votação, a apresentação do título de eleitor e de um documento de identidade com foto.

Com a decisão, o eleitor não é mais obrigado a levar dois documentos para votar, ou seja, de porte de apenas um documento com foto é possível votar; só com o título de eleitor, não.

O que ficou decidido
Para votar: É obrigatório documento de identificação com foto
- Só o título de eleitor não será aceito

Em seu voto, a ministra-relatora do caso, Ellen Gracie, ponderou que a dupla documentação era “desnecessária”. “Entendo que não é cabível que coloque como impedimento ao voto do eleitor (...) [Assim] a ausência do título de eleitor não impediria o exercício do voto”, detalhou a ministra, que teve apoio dos ministros José Antonio Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello.

Antes da conclusão da decisão, a ministra frisou que com a decisão o documento “não se torna inútil”, apenas dispensável. “Quem trouxer o título, será atendido com mais celeridade (...) Segue-se exigindo ambos os documentos, mas a ausência do título não impede o direito de votar”.

Na ação, o Partido dos Trabalhadores também afirmava que a retirada do direito de votar pela ausência do título acabaria “por cassar o exercício da cidadania do eleitor”.

A argumentação contrária de Mendes é que “uma liminar a três dias da eleição” seria um fator de “desestabilização do processo eleitoral”.

Já Peluzo, contrariado por fazer parte da minoria, disse: “acabou de ser decretada, a partir de hoje, a abolição do título eleitoral”.

Vale lembrar
O prazo para a solicitar a segunda via do título de eleitor termina nesta quinta-feira. O pedido pode ser feito em qualquer cartório eleitoral, mesmo se o eleitor estiver fora do seu domicílio eleitoral.

Para as eleições deste ano, 135.804.433 brasileiros estão aptos a votar para presidente, governador, senador, deputado estadual, federal e distrital, segundo o TSE.

Após ligação de Serra, Gilmar Mendes para sessão sobre documentos para votar


Após receber uma ligação do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes interrompeu o julgamento de um recurso do PT contra a obrigatoriedade de apresentação dos dois documentos na hora de votar.

Serra pediu que um assessor telefonasse para Mendes pouco antes das 14h, depois de participar de um encontro com representantes de servidores públicos em São Paulo. A solicitação foi testemunhada pela Folha.

No fim da tarde, Mendes pediu vista, adiando o julgamento. Sete ministros já haviam votado pela exigência de apresentação de apenas um documento com foto, descartando a necessidade do título de eleitor.

A obrigatoriedade da apresentação de dois documentos é apontada por tucanos como um fator a favor de Serra e contra sua adversária, Dilma Rousseff (PT).

A petista tem o dobro da intenção de votos de Serra entre os eleitores com menor nível de escolaridade.

Após pedir que o assessor ligasse para o ministro, Serra recebeu um celular das mãos de um ajudante de ordens. O funcionário o informou que o ministro do STF estava do outro lado da linha.

Ao telefone, Serra cumprimentou o interlocutor como "meu presidente". Durante a conversa, caminhou pelo auditório onde ocorria o encontro. Após desligar, brincou com os jornalistas: "O que estão xeretando?"

Depois, por meio de suas assessorias, Serra e Mendes negaram a existência da conversa.

Para tucanos, a exigência da apresentação de dois documentos pode aumentar a abstenção nas faixas de menor escolaridade.

Temendo o impacto sobre essa fatia do eleitorado, o PT entrou com a ação pedindo a derrubada da exigência.

O resultado do julgamento já está praticamente definido, mas o seu final depende agora de Mendes.

Se o Supremo não julgar a ação a tempo das eleições, no próximo domingo, continuará valendo a exigência.

À Folha, o ministro disse que pretende apresentar seu voto na sessão de hoje.

Antes da interrupção, foi consenso entro os ministros que votaram que o eleitor não pode ser proibido de votar pelo fato de não possuir ou ter perdido o título.

Votaram assim a relatora da ação, ministra Ellen Gracie, e os colegas José Antonio Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello.

Para eles, o título, por si só, não garante que não ocorram fraudes. Argumentam ainda que os dados do eleitor já estão presentes, tanto na sessão, quanto na urna em que ele vota, sendo suficiente apenas a apresentação do documento com foto.

"A apresentação do título de eleitor não é tão indispensável quanto a do documento com fotografia", afirmou Ellen Gracie.

O ministro Marco Aurélio afirmou que ele próprio teve de confirmar se tinha consigo seu título de eleitor. "Procurei em minha residência o meu título", disse. "Felizmente, sou minimamente organizado."

A obrigatoriedade da apresentação de dois documentos foi definida em setembro de 2009, quando o Congresso Nacional aprovou uma minirreforma eleitoral.

O PT resolveu entrar com a ação direta de inconstitucionalidade semana passada por temer que a nova exigência provoque aumento nas abstenções.

O advogado do PT, José Gerardo Grossi, afirmou que a exigência de dois documentos para o voto é um "excesso". "Parece que já temos um sistema suficientemente seguro para que se exija mais segurança", disse.


QUE VERGONHA !!! AINDA TEM CORAGEM DE FALAR DOS OUTROS. OLHE PARA O ESPELHO PRIMEIRO.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O gol de honra do Brasil contra a Fifa

O pacote de isenções fiscais para a Fifa, que ainda aguarda aprovação no Congresso Nacional, está desfalcado apenas de dois importantes pontos exigidos pela federação internacional e recusados pelo governo.

Um dos motivos que impediram uma vitória completa da Fifa foi a decisão do governo de impedir ganho de capital da entidade no Brasil sem o pagamento de impostos. A controladora do futebol mundial queria o direito de, por exemplo, fazer aplicações no país, antes ou durante a Copa de 2014, obter lucros e não pagar impostos. Ou comprar um imóvel três anos antes do Mundial e vendê-lo depois da Copa, também sem pagar taxas referentes ao lucro. A Receita Federal bateu o pé até o fim contra o privilégio.

O veto foi explicado pacientemente ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, em uma de suas vindas ao Brasil.

O governo também fez um retoque na isenção de impostos para importações envolvendo a organização do Mundial. Agora, equipamentos que entrarem no país sem pagamento de taxa terão de sair depois da Copa. Se ficarem, o imposto será cobrado.

O temor era o de que equipamentos isentos de impostos fossem repassados a empresas brasileiras depois do Mundial. A isenção total só vale para o que for usado na construção dos estádios.

Estudo feito pelo Governo Federal mostra que a Fifa exigiu muito mais do Brasil do que da Alemanha na Copa de 2006.

Por que Ricardo Teixeira ainda não resolveu o simples problema da quarta vaga na Libertadores?

De Vitor Birner

Virada de mesa

A Conmebol tirou uma vaga de equipes brasileiras na Libertadores porque o Inter foi campeão.

A atitude da “CBF do continente” foi ridícula.

Virou a mesa. O regulamento foi modificado no meio do campeonato.

Por que os clubes brasileiros meteram o rabo entre as pernas e não protestaram?


O negócio é perder

Além da quebra de regulamento sem desculpa alguma, a decisão da Conmebol foi horrorosa sob o ponto de vista esportivo.

As nações mais vezes campeãs pagam pela competência, enquanto os países que apresentam futebol de baixo nível levam a melhor.

Como bolivianos, venezuelanos e peruanos nunca foram campeões da Libertadores (não citei os mexicanos pois são melhores, chegam em finais e disputam o torneio faz bem menos tempo), e se conseguirem a façanha será exceção, suas vagas na principal competição da América ficam intactas.

Obviamente isso não durará muito tempo.

As questões econômicas, desportivas e políticas colocarão as coisas nos devidos lugares.


Trabalho facílimo para Ricardo Teixeira

Alguém acha que o homem capaz de trazer a Copa do Mundo para o Brasil,vencedor de quase todas batalha políticas que entrou, presidente da federação nacional mais rica do continente terá alguma dificuldade para convencer Nicolas Leoz, presidente da Conmebol, a mudar de idéia e devolver a vaga brasileira na Libertadores?

Sem os clubes filiados à CBF, a chance da competição ficar inviável financeiramente, de quebrar, é de 10 em 10.

Se Ricardo Teixeira fizer o que sabe, terá sucesso ao proteger os clubes brasileiros.

A CBF existe para isto, mesmo que seu presidente esqueça.


Tirando proveito?

Por que Ricardo Teixeira demora tanto para fazer o Bê-a-bá de seu trabalho?

Está deixando o assunto de lado até ganhar mais espaço na mídia e importância para o torcedor no intuito de valorizar o sucesso da simples empreitada?

Ou aguarda para ver quem será o quarto colocado, se convém politicamente ajudá-lo?

As disputas nos bastidores por poder não podem influenciar decisões esportivas.

E Ricardo Teixeira não deixará isso acontecer.

Certo, presidente?

De KLEBER OTUKI ARASHI

Vamos deixar claro ou resumido.
Se o São Paulo chegar na quarta colocação para a Libertadores, a quarta vaga vai para outra coisa e só se classificarão três no Brasileirão 2010, agora, se o São Paulo não conseguir chegar entre os quatro que classificarão para a Libertadores, a quarta vaga fica para o Brasileirão 2010, certo?