Fumo maconha, mas não trago. Quem traz é um amigo meu' (Marcelo Anthony)
'Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros' (Roberto Justus)
'Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que sempre tem razão' (Galvão Bueno)
'Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança' (Zeca Pagodinho)
'Mulher gorda é que nem Ferrari: quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo' (Reginaldo Leme)
'Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, retardado é você' (Antônio Palocci)
'Se homossexualismo fosse normal, Deus teria criado Adão e Ivo' (Gilberto Braga)
'Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário' (Bill Gates)
'Casamento começa em motel e termina em pensão' (Romário)
'Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo' (Itamar Franco)
' Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal... Eu vou-me embora antes que se torne obrigatório!' (Arnaldo Jabor)
'Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante' (Eduardo Suplicy)
'O Brasil está igual a carro velho: para subir não tem força, para descer não tem freio' (Dilma Roussef)
E a melhor de todas...
'Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?' (Dorival Caymi)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Reunião na CBF discute estatuto e possível sucessão de Teixeira.
A Assembleia Geral Extraordinária que acontece a partir das 14h desta quarta-feira, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pode dar rumos bem definidos à situação de Ricardo Teixeira como presidente da entidade. Convocada pelo dirigente na mesma data e horário em que os presidentes de federações estaduais se encontrariam para debater uma possível sucessão na CBF, a reunião trará à tona assuntos como mudanças no estatuto e o ajuste no repasse mensal aos Estados menores.
A princípio, o objetivo principal da assembleia convocada por Teixeira é colocar em votação uma reforma parcial no estatuto da CBF. Os próprios presidentes das federações dizem desconhecer os pontos específicos que o mandatário da entidade deseja alterar, mas especulam que seja algo relacionado à eventual sucessão de Teixeira no comando: possivelmente, uma manobra para assegurar que o vice mais velho, José Maria Marin, assuma a presidência.
Marin, paulista de 79 anos, é o vice-presidente da CBF para a região Sudeste e "apadrinhado" do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero, que lidera o movimento aliado a Teixeira. Do outro lado, as federações "rebeldes" são contra a posse de Marin, e defendem a realização de novas eleições para o caso de Teixeira renunciar ou se licenciar da presidência.
O argumento dos "rebeldes" - que consistem em Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Santa Catarina e Pará - é que a reforma no estatuto realizada em 2006 prorrogou apenas o mandato de Ricardo Teixeira até 2015, em virtude da Copa do Mundo de 2014. A mudança não se estenderia a José Maria Marin, que portanto não poderia assumir o cargo.
Para mudar o estatuto da CBF, Teixeira precisaria de mais de dois terços dos 27 votos das federações. Isso faz com que outro tema provavelmente seja discutido na assembleia: sabedoras de que o presidente precisa de seu apoio para a reforma estatutária, as federações menores pretendem garantir o aumento do repasse mensal de verba da CBF (atualmente em R$ 30 mil) e, em alguns casos, acertar atrasos deste repasse, que não chegaria com regularidade a alguns Estados.
Todo o debate sobre sucessão, porém, depende antes de uma confirmação: a de que Teixeira realmente deixará a presidência da CBF em breve. Alguns dirigentes de federações estaduais apostam na saída do cartola, creditando o acontecimento a problemas de saúde. Na última terça, enquanto fazia "reuniões preliminares" com mandatários, Teixeira teve uma crise de diverticulite (inflamação intestinal) e dores na perna, e teve que abandonar as conversas para ir ao hospital, segundo a Folha de S. Paulo.
Seja por problemas físicos, pela perda de força política junto à Fifa e ao governo federal, pelas suspeitas constantes de corrupção ou por motivos particulares, a possível queda de Teixeira deve ser o tema central da assembleia desta quarta. Marcada em data específica para "abafar" o encontro das federações sem a presença do principal dirigente do futebol brasileiro, a reunião pode dar resposta às incertezas que rondam a CBF nas últimas semanas.
A princípio, o objetivo principal da assembleia convocada por Teixeira é colocar em votação uma reforma parcial no estatuto da CBF. Os próprios presidentes das federações dizem desconhecer os pontos específicos que o mandatário da entidade deseja alterar, mas especulam que seja algo relacionado à eventual sucessão de Teixeira no comando: possivelmente, uma manobra para assegurar que o vice mais velho, José Maria Marin, assuma a presidência.
Marin, paulista de 79 anos, é o vice-presidente da CBF para a região Sudeste e "apadrinhado" do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero, que lidera o movimento aliado a Teixeira. Do outro lado, as federações "rebeldes" são contra a posse de Marin, e defendem a realização de novas eleições para o caso de Teixeira renunciar ou se licenciar da presidência.
O argumento dos "rebeldes" - que consistem em Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Santa Catarina e Pará - é que a reforma no estatuto realizada em 2006 prorrogou apenas o mandato de Ricardo Teixeira até 2015, em virtude da Copa do Mundo de 2014. A mudança não se estenderia a José Maria Marin, que portanto não poderia assumir o cargo.
Para mudar o estatuto da CBF, Teixeira precisaria de mais de dois terços dos 27 votos das federações. Isso faz com que outro tema provavelmente seja discutido na assembleia: sabedoras de que o presidente precisa de seu apoio para a reforma estatutária, as federações menores pretendem garantir o aumento do repasse mensal de verba da CBF (atualmente em R$ 30 mil) e, em alguns casos, acertar atrasos deste repasse, que não chegaria com regularidade a alguns Estados.
Todo o debate sobre sucessão, porém, depende antes de uma confirmação: a de que Teixeira realmente deixará a presidência da CBF em breve. Alguns dirigentes de federações estaduais apostam na saída do cartola, creditando o acontecimento a problemas de saúde. Na última terça, enquanto fazia "reuniões preliminares" com mandatários, Teixeira teve uma crise de diverticulite (inflamação intestinal) e dores na perna, e teve que abandonar as conversas para ir ao hospital, segundo a Folha de S. Paulo.
Seja por problemas físicos, pela perda de força política junto à Fifa e ao governo federal, pelas suspeitas constantes de corrupção ou por motivos particulares, a possível queda de Teixeira deve ser o tema central da assembleia desta quarta. Marcada em data específica para "abafar" o encontro das federações sem a presença do principal dirigente do futebol brasileiro, a reunião pode dar resposta às incertezas que rondam a CBF nas últimas semanas.
Jornal: polícia encontra novos depósitos de empresa suspeita a Teixeira.
O envolvimento do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, com a empresa Ailanto, que é acusada de fraudes na organização do amistoso entre Brasil e Portugal em dezembro de 2009, ganhou mais uma evidência. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal encontraram novos depósitos da empresa, no valor total de R$ 80 mil, na conta pessoal do dirigente. Teixeira sempre negou envolvimento da CBF com a organização da partida, dizendo que os direitos do amistoso haviam sido terceirizados.
Além dos R$ 80 mil na conta de Teixeira, outros R$ 51 mil foram depositados pela Ailanto para a empresa W Trading, que pertenceria à mulher do cartola, Ana Carolina. Antes, as investigações já haviam descoberto cheques nominais de R$ 10 mil de Vanessa Precht, sócia da Ailanto, para Teixeira - a explicação foi que a empresária estava arrendando uma fazenda do dirigente no interior do Rio de Janeiro. O dono da Ailanto é Sandro Rosell, presidente do Barcelona e amigo pessoal de Teixeira. A empresa é acusada de superfaturar valores de hotelaria e passagens aéreas para desviar parte dos R$ 9 milhões que recebeu do governo do Distrito Federal para realizar o amistoso.
Além dos R$ 80 mil na conta de Teixeira, outros R$ 51 mil foram depositados pela Ailanto para a empresa W Trading, que pertenceria à mulher do cartola, Ana Carolina. Antes, as investigações já haviam descoberto cheques nominais de R$ 10 mil de Vanessa Precht, sócia da Ailanto, para Teixeira - a explicação foi que a empresária estava arrendando uma fazenda do dirigente no interior do Rio de Janeiro. O dono da Ailanto é Sandro Rosell, presidente do Barcelona e amigo pessoal de Teixeira. A empresa é acusada de superfaturar valores de hotelaria e passagens aéreas para desviar parte dos R$ 9 milhões que recebeu do governo do Distrito Federal para realizar o amistoso.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Andrés, o funcionário do mês, achou que fosse patrão....
Andrés Sanchez odeia o São Paulo e é odiado por dirigentes e torcedores do Morumbi. Nada a contestar. Reações exacerbadas são normais quando se considera que o Brasil ainda luta para deixar de ser um país monoesportivo. E que o futebol é paixão popular, com pessoas batizando seus filhos com nome de ídolos, tatuando símbolos e escudos no peito.
Em um cenário assim, não vejo nada de errado – além da falta de educação – que dirigentes repitam argumentos de torcedores. Seria melhor se fosse o contrário, mas não deixa de ser mais autêntico – ainda que muito mais triste – ver ofensas como panetone, favela, analfabeto, bambi etc.
Andrés é autêntico e não nega que faz de tudo, com presidente do Corinthians, para prejudicar o São Paulo. Agiu nos bastidores e impediu que o Palmeiras mandasse jogos no Morumbi. Tentou desestabilizar o adversário ao noticiar a venda de Dagoberto para o Santos, a contratação de Romarinho, e, para deixar bem claro sua disposição, afirmou que gostaria de morar no Morumbi para lutar contra shows no estádio.
Tudo bem. Tudo folclore. As coisas mudam, entretanto, quando Andrés deixa de ser presidente do clube e passa a ser dirigente da CBF. E ele não percebeu a mudança. Ele sai de Itaquera, mas Itaquera não sai dele. E lá foi Andrés em uma discussão estúpida com Leão.
Foi perfeito ao dizer que o São Paulo não havia pedido a liberação de Lucas. Podia parar por aí, estava desmontada a arrogância tricolor. Mas, não. Ele queria mais. E baseado em um poder, que pensa ter ou que lhe prometeram ter, disse como um ditadorzinho: Leão falou demais e agora é que não libero Lucas.
Juvenal ligou então para Ricardo Teixeira, patrão de Andrés e acertou a liberação de Lucas. Ficou mal para Andrés. Com dirigente da CBF, brigou com um empregado do São Paulo. O presidente do clube ligou para seu patrão e Andrés foi desautorizado. E Juvenal passou de banana a herói.
Andrés é o home certo no lugar certo. Enquanto Ricardo Teixeira recolhe-se ao mutismo e procura saídas jurídicas para seus desmandos, o capataz faz o trabalho sujo. Grita, ofende, diz que não libera... É o bate-pau de Ricardo. Um tosco vocalizando o que o outro, que vive calado, gostaria de dizer.
O eterno presidente do Corinthians é o funcionário do mês. Só que, entusiasmado, achou que era o dono do quiosque. E viu sua “otoridade” diminuída. Devia ficar calado, como o patrão, que lhe garante R$ 75 mil por mês, mas não conseguiu. Ameaçou de novo, dizendo que o São Paulo “gastou um cartucho” e que no futuro.... O futuro dirá se ele deixou de ser apenas o poodle nervoso do Ricardo Teixeira.
Em um cenário assim, não vejo nada de errado – além da falta de educação – que dirigentes repitam argumentos de torcedores. Seria melhor se fosse o contrário, mas não deixa de ser mais autêntico – ainda que muito mais triste – ver ofensas como panetone, favela, analfabeto, bambi etc.
Andrés é autêntico e não nega que faz de tudo, com presidente do Corinthians, para prejudicar o São Paulo. Agiu nos bastidores e impediu que o Palmeiras mandasse jogos no Morumbi. Tentou desestabilizar o adversário ao noticiar a venda de Dagoberto para o Santos, a contratação de Romarinho, e, para deixar bem claro sua disposição, afirmou que gostaria de morar no Morumbi para lutar contra shows no estádio.
Tudo bem. Tudo folclore. As coisas mudam, entretanto, quando Andrés deixa de ser presidente do clube e passa a ser dirigente da CBF. E ele não percebeu a mudança. Ele sai de Itaquera, mas Itaquera não sai dele. E lá foi Andrés em uma discussão estúpida com Leão.
Foi perfeito ao dizer que o São Paulo não havia pedido a liberação de Lucas. Podia parar por aí, estava desmontada a arrogância tricolor. Mas, não. Ele queria mais. E baseado em um poder, que pensa ter ou que lhe prometeram ter, disse como um ditadorzinho: Leão falou demais e agora é que não libero Lucas.
Juvenal ligou então para Ricardo Teixeira, patrão de Andrés e acertou a liberação de Lucas. Ficou mal para Andrés. Com dirigente da CBF, brigou com um empregado do São Paulo. O presidente do clube ligou para seu patrão e Andrés foi desautorizado. E Juvenal passou de banana a herói.
Andrés é o home certo no lugar certo. Enquanto Ricardo Teixeira recolhe-se ao mutismo e procura saídas jurídicas para seus desmandos, o capataz faz o trabalho sujo. Grita, ofende, diz que não libera... É o bate-pau de Ricardo. Um tosco vocalizando o que o outro, que vive calado, gostaria de dizer.
O eterno presidente do Corinthians é o funcionário do mês. Só que, entusiasmado, achou que era o dono do quiosque. E viu sua “otoridade” diminuída. Devia ficar calado, como o patrão, que lhe garante R$ 75 mil por mês, mas não conseguiu. Ameaçou de novo, dizendo que o São Paulo “gastou um cartucho” e que no futuro.... O futuro dirá se ele deixou de ser apenas o poodle nervoso do Ricardo Teixeira.
A Bíblia do são-paulino.
A obra possui um livro com toda a história do SPFC em formato de bíblia, desde o início até os dias de hoje. Além disso, a caixa possui reproduções (fac-símiles) de produtos que farão o torcedor fanático pelo clube relembrar as “glórias do passado” ou conhecer mais sobre o tricolor. Conheça algumas das reproduções que fazem parte do box:
• Jornais e revistas com as manchetes das grandes conquistas e cartaz do Mundial Interclubes;
• Cartão-postal do Estádio do Morumbi e cartão assinado por Cícero Pompeu de Toledo;
• Aviso aos sócios sobre a inauguração do estádio, assinado por Laudo Natel;
• Carteirinha de Careca, RG de Leônidas da Silva e ficha cadastral de Adhemar Ferreira da Silva;
• Título de propriedade de cadeira cativa de 1960 e atestado libertatório de Sastre, do Independiente da Argentina;
• Partitura com o hino, de 1966;
• Ingresso autografado do Mundial Interclubes do Japão e jornal japonês após a conquista do Mundial de 2005;
• Diploma do Guiness Book para Rogério Ceni, pelo maior número de gols marcados por um goleiro;
• Carnê da “Campanha do Cimento” para a construção do estádio, de 1953;
• Ingressos do primeiro jogo do Morumbi, dos Mundiais de 92 e 93, da final da Libertadores de 92 e do milésimo jogo de Rogério Ceni;
• Cards comemorativos da Série Morumbi 50 anos;
• Livreto do São Paulo em homenagem a Eder Jofre.
A “Bíblia do São-paulino” é um produto oficial licenciado pelo São Paulo Futebol Clube.
* Sobre os autores:
Rui Branquinho é redator publicitário. Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, e chegou ao Brasil ainda pequeno. Desde então, é torcedor do São Paulo F.C. Foi um dos responsáveis pelo Site Proibido, site não oficial sobre o time que existiu antes mesmo do site oficial. Produziu o CD Coração de cinco pontas, de Hélio Ziskind, que conta toda a história do São Paulo, fez parte da equipe que desenvolveu os sites Calendário Tricolor e o Oficial do São Paulo, além de ser o criador da camiseta 4-3-3.
Michael Magalhães Serra, são-paulino, historiador e cientista social, necessariamente nessa ordem de importância, nasceu em São Paulo, SP, no dia 25 de fevereiro de 1984. Iniciou sua jornada esportiva em um clássico majestoso, em 1991, ganhando de cara um Campeonato Paulista – como torcedor, claro. Criador do blog SPFCpédia, é funcionário do Tricolor desde 2009, no Arquivo Histórico do Departamento de Comunicações. Foi consultor do filme Soberano e do DVD Rogério Ceni 100 gols. Fez parte também da equipe que desenvolveu os sites Calendário Tricolor e Oficial do São Paulo.
Serviço:
Bíblia do são-paulino
Autores: Rui Branquinho e Michael Serra
Assunto: Esportes, História
Formato: caixa com mais de 30 itens
Preço: R$ 159,90

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
ANÁLISE DE RETORNO FINANCEIRO (essa é muitoo boa!)
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1.000,00 em ações da Nortel Networks ou da AIG , ambas gigantes da economia americana, hoje teria R$ 59,00!
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Lucent Technologys , outro gigante da Área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00!
Agora, se você tivesse, em janeiro/2005, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol (em Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudinho e hoje vendido as latinhas vazias, teria R$ 80,00!!!
Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro...
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menostenso;
d) Menosputo da vida!
Pensem nisso... e... Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!
QUE EU VENDO TUDO!!!
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Lucent Technologys , outro gigante da Área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00!
Agora, se você tivesse, em janeiro/2005, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol (em Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudinho e hoje vendido as latinhas vazias, teria R$ 80,00!!!
Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro...
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menostenso;
d) Menosputo da vida!
Pensem nisso... e... Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!
QUE EU VENDO TUDO!!!
O milagre da pinga...(Piada)
O cara estava bebendo num bar.
Como era o último cliente, o funcionário informou-o que ele tinha que sair, pois iam fechar.
O cara levantou-se e caiu no chão...
Novamente, tentou levantar-se e caiu outra vez.
Optou por arrastar-se até à porta do bar.
Tentou levantar-se e voltou a cair.
Já na rua, tentou levantar-se e caiu novamente.
Foi assim para casa... tentando levantar-se e caindo.
No dia seguinte, já em casa e pela manhã, a esposa comentou:
- Puta porre ontem a noite, hein?!
- O que!!!... como é que você sabe que eu cheguei bêbado?
- Telefonaram do bar... você esqueceu sua cadeira de rodas lá...
Como era o último cliente, o funcionário informou-o que ele tinha que sair, pois iam fechar.
O cara levantou-se e caiu no chão...
Novamente, tentou levantar-se e caiu outra vez.
Optou por arrastar-se até à porta do bar.
Tentou levantar-se e voltou a cair.
Já na rua, tentou levantar-se e caiu novamente.
Foi assim para casa... tentando levantar-se e caindo.
No dia seguinte, já em casa e pela manhã, a esposa comentou:
- Puta porre ontem a noite, hein?!
- O que!!!... como é que você sabe que eu cheguei bêbado?
- Telefonaram do bar... você esqueceu sua cadeira de rodas lá...
Coitado do nono...(Piada)
Família Italiana
Nono foi hospitalizado e os filhos, netos e bisnetos vieram de todos os cantos do mundo.
Os médicos deixaram que os parentes o levassem para sua casa, para cumprir seu último desejo: O de morrer em casa, ao lado de seus queridos. Foi para o quarto e as visitas foram se revezando para consolar e confortar o Nono em seu derradeiro momento.
De repente o Nono sentiu um aroma maravilhoso que vinha da cozinha. Era a Nona tirando do forno uma fornada de pastiére de grani italiani.
Os olhos do Nono brilharam e ele se reanimou.
Então, o Nono pediu ao bisneto que estava ao lado da cama:
-"Piccolo mio, vai na cojina e pede um pedaxo de pastiére pra Nona."
O guri foi e voltou muito rápido.
-"E o pastiére ?" - perguntou o Nono.
-"A Nona disse que no!"
-"Ma per que no, porca miséria, ma que vecchia disgraciata! Que qüesta putana falô?"
-"A Nona disse que é pro velório!"
Nono foi hospitalizado e os filhos, netos e bisnetos vieram de todos os cantos do mundo.
Os médicos deixaram que os parentes o levassem para sua casa, para cumprir seu último desejo: O de morrer em casa, ao lado de seus queridos. Foi para o quarto e as visitas foram se revezando para consolar e confortar o Nono em seu derradeiro momento.
De repente o Nono sentiu um aroma maravilhoso que vinha da cozinha. Era a Nona tirando do forno uma fornada de pastiére de grani italiani.
Os olhos do Nono brilharam e ele se reanimou.
Então, o Nono pediu ao bisneto que estava ao lado da cama:
-"Piccolo mio, vai na cojina e pede um pedaxo de pastiére pra Nona."
O guri foi e voltou muito rápido.
-"E o pastiére ?" - perguntou o Nono.
-"A Nona disse que no!"
-"Ma per que no, porca miséria, ma que vecchia disgraciata! Que qüesta putana falô?"
-"A Nona disse que é pro velório!"
Pobre, porém culto. (Piada)
Calor demais, trânsito em São Paulo , engarrafamento de 30 km., tudo parado.
De um lado: uma Mercedes com ar condicionado, insufilm, uma madame e o motorista;
Do outro: um fusquinha 68 com um gordinho todo suado e a barba por fazer...
O gordinho xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito até que a madame baixa o vidro do Mercedes e diz:
- 'A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!': Shakespeare, em 'Macbeth'.
O gordinho não deixa barato:
- 'Vá tomar no cú!' Nelson Rodrigues, em 'A vida como ela é'.
De um lado: uma Mercedes com ar condicionado, insufilm, uma madame e o motorista;
Do outro: um fusquinha 68 com um gordinho todo suado e a barba por fazer...
O gordinho xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito até que a madame baixa o vidro do Mercedes e diz:
- 'A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!': Shakespeare, em 'Macbeth'.
O gordinho não deixa barato:
- 'Vá tomar no cú!' Nelson Rodrigues, em 'A vida como ela é'.
O sombrio Ricardo Teixeira come no prato que cuspiu.
A vida é maravilhosa. O dia a dia, quando você “presta atenção no serviço” mostra quem são verdadeiramente as pessoas e o que realmente elas querem.
Ricardo Teixeira sentiu que a vida que levava não era boa. Não fazia sucesso na profissão que exercia. Viu o sogro Havelange se encher de grana com o futebol e sentiu que queria uma vaga na carroça. Montou no cavalo da frente da dita carroça e começou a dirigir por conta própria. A carroça.
Se encheu de grana como o sogro. Fez mais. Seus filhos levam o sobrenome do sogro depois do dele, para continuar a família Havelange. Gesto nobre, olhar matreiro.
Ficou anos no poder, levou processos, fez acordos com o diabo e com políticos o que dá na mesma. Fez acordos com presidentes de Federações Estaduais de Futebol por este país afora, o que dá no mesmo que fazer acerto com o diabo. Olha ele aí de novo.
E quem faz acordo com o diabo tem que pagar. A hora chegou e ele está comendo no prato que cuspiu. Ninguém o quer mais ao lado. Lula, antes sorridente não fica na mesma sala. Deputados não atendem seus telefonemas e a Presidente Dilma, quando tem que encontrá-lo, faz figa, reza pai nosso, coloca colar de alho e usa cinto de prata.
Hoje em dia ela não quer nem mesmo vê-lo.
Ricardo Teixeira está só. Seus parceiros de Federações, alguns deles querem seu lugar, como ele quis o do sogro. O que está acontecendo, o motim que os jornais falam, é isso. Desejo insaciável de poder, corrida do ouro. Visto de cima, um amontoado de espíritos sofredores.
Ricardo vai cair? Vai renunciar?
Eu duvido. É jogo de truco, e ele está blefando. Matreiro, joga no escuro. Está acostumado a mãos sedosas, a cumprimentos em que ninguém pega na mão com firmeza, como homem. Ele conhece o caminho das sombras.
O jogo está sendo jogado. Vamos ver depois que o juiz apitar. Só depois sai o resultado.
Ricardo Teixeira sentiu que a vida que levava não era boa. Não fazia sucesso na profissão que exercia. Viu o sogro Havelange se encher de grana com o futebol e sentiu que queria uma vaga na carroça. Montou no cavalo da frente da dita carroça e começou a dirigir por conta própria. A carroça.
Se encheu de grana como o sogro. Fez mais. Seus filhos levam o sobrenome do sogro depois do dele, para continuar a família Havelange. Gesto nobre, olhar matreiro.
Ficou anos no poder, levou processos, fez acordos com o diabo e com políticos o que dá na mesma. Fez acordos com presidentes de Federações Estaduais de Futebol por este país afora, o que dá no mesmo que fazer acerto com o diabo. Olha ele aí de novo.
E quem faz acordo com o diabo tem que pagar. A hora chegou e ele está comendo no prato que cuspiu. Ninguém o quer mais ao lado. Lula, antes sorridente não fica na mesma sala. Deputados não atendem seus telefonemas e a Presidente Dilma, quando tem que encontrá-lo, faz figa, reza pai nosso, coloca colar de alho e usa cinto de prata.
Hoje em dia ela não quer nem mesmo vê-lo.
Ricardo Teixeira está só. Seus parceiros de Federações, alguns deles querem seu lugar, como ele quis o do sogro. O que está acontecendo, o motim que os jornais falam, é isso. Desejo insaciável de poder, corrida do ouro. Visto de cima, um amontoado de espíritos sofredores.
Ricardo vai cair? Vai renunciar?
Eu duvido. É jogo de truco, e ele está blefando. Matreiro, joga no escuro. Está acostumado a mãos sedosas, a cumprimentos em que ninguém pega na mão com firmeza, como homem. Ele conhece o caminho das sombras.
O jogo está sendo jogado. Vamos ver depois que o juiz apitar. Só depois sai o resultado.
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