Desde 1989 no comando, Ricardo Teixeira diz que deixará a CBF em 2015
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, foi o personagem de uma matéria de oito páginas da revista Piauí do mês de julho. O dirigente, que foi acompanhado pela reportagem desde Zurique, durante a eleição da Fifa, até o retorno ao Brasil para eventos em Brasília e na despedida de Ronaldo em São Paulo, fez elogios à revolução que comandou na entidade desde 1989, ironizou as críticas e denúncias recebidas por parte da imprensa e comentou os seus planos para a Copa de 2014, no Brasil.
Na entrevista à Piauí, o dirigente disse que sente "muito mais leve" desde que parou de ver televisão e entrar em sites de notícias na internet, e não poupou a Rede Record por ter exibido supostas denúncias a ele. Teixeira afirmou que foi alvo da CPI da Nike e do Futebol, no início dos anos 2000, como forma de abafar as denúncias a Eduardo Jorge, secretário-geral no governo Fernando Henrique Cardoso, e se vangloriou por ter algumas das maiores empresas do País como parceira do Mundial de 2014. No fim do texto, ele admitiu que irá deixar a entidade em 2015.
COMENTÁRIO:
Alguém ouviu falar de "migué", pois bem, é isso que o presidente da CBF vai fazer, vai esperar a Copa 2014 no Brasil passar e se for um sucesso, não vão querer que ele saia, e com isso ele será eterno. Não dá ponto sem nó!!
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