Depois do escândalo no Ministério dos Transportes (de Valores), novas denúncias de corrupção revelam a promiscuidade dos partidos políticos com órgãos do Executivo:
No Ministério do Exército
Um grupo de engenheiros e contadores do Ministério Público Militar apontou indícios de fraude em 88 licitações feitas pelo Exército para executar obras do Ministério dos Transportes. As suspeitas levam a desvios de recursos públicos no valor de R$ 11 milhões. (Folha de S.Paulo – repórter Marco Antônio Martins)
No Ministério da Agricultura
O administrador Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá, autorizou pagar R$ 8 milhões a uma empresa fantasma. Em seguida, foi exonerado da direção financeira da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão do Ministério da Agricultura. “A Conab é pior do que o Dnit...”, detonou Jucá, antes de sair. (Veja – repórteres Hugo Marces, Gustavo Ribeiro e Paulo Celso Pereira)
No Ministério das Cidades
O Partido Progressista atua no Ministério das Cidades de forma similar ao PR no Ministério dos Transportes. Recursos irregulares, segundo o Tribunal de Contas da União, recebem recursos liberados pelo tesoureiro do PP, Leodegar Tiscoski. (IstoÉ – repórter Lúcio Vaz)
Já no Ministério do Esporte ...
No momento, o principal escândalo é o calote da Bolsa Atleta, deixando na mão mais de 100 atletas, desde 2010.
Os recursos estão disponíveis, mas a irresponsabilidade na gestão dos recursos públicos revela-se tão grave quanto à corrupção, que se divulga com fartura incomum.
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