quarta-feira, 1 de junho de 2011

A caixa-preta da FIFA.

Nunca na história do futebol, a maior entidade do esporte mais popular do planeta, passou por um turbilhão de denúncias, questionamentos e incertezas.


A imagem da FIFA está suja, arranhada e desvalorizada. Antes, exemplo de administração moderna na condução deste negócio bilionário chamado futebol, agora envolvida em esquema de venda de votos para favorecer a eleição do Catar na Copa de 2022.

A re-eleição de Joseph Blatter manterá o status quo do futebol mundial, poder iniciado na gestão de João Havelange na década de 70. Um forte esquema montado em que nada escapa. A Conmebol e a Concacaf sempre estiveram alinhados com a cosa nostra. A Ásia e a África, com seus inúmeros votos, ajudam a perpetuar o mesmo comando e recebem em troca favores financeiros. Alguns membros da Uefa se incomodam mas nunca tiveram coragem de trazer ao conhecimento público as supostas falcatruas. A Inglaterra mexeu na caixa-preta da FIFA.

Aqui em Assunção, na sede da Confederação Sul-americana de Futebol é proibido comentar as denúncias de corrupção que atingem a toda poderosa FIFA. Quem cala, consente, diz o ditado. O porta-voz da Conmebol, Nestor Benitez, confirmou que a entidade não responderá a nenhuma acusação feita ao presidente Nicolas Leoz.

Leoz é um dos quatro membros da FIFA (os outros são Ricardo Teixeira, Woromi Makudi e Jack Warner), acusados de participar de um esquema de suborno para escolher o Catar como sede da Copa de 2022.

No Brasil, Teixeira não não se pronunciou.

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